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Se liga no líquido de arrefecimento


Nos veículos atuais, grande parte dos problemas é gerada pela falta de cuidado ou perda de parte do líquido de arrefecimento. Muitos motoristas se acostumam com a situação, ficam completando a água e numa utilização mais severa, o prejuízo certamente chega.

Um cuidado básico, mas que a maioria das pessoas ignora, é realizar a troca preventiva do

fluido. O ideal é abastecer o sistema com uma mistura de água desmineralizada e o aditivo

recomendado pelo fabricante do veículo na proporção correta.

Os vazamentos acontecem principalmente nos encaixes das mangueiras e tubulações, na união da colmeia com as caixas plásticas do radiador, no reservatório de expansão, nos selos do motor, no sistema de ar quente, na bomba d’água e num caso mais grave, na junta do

cabeçote queimada. Na hora do diagnóstico, fique atento se o vazamento não é pequeno e

está caindo sobre uma parte quente do motor. Essa situação pode confundir bastante. Se o

carro estiver usando o aditivo corretamente, veja se não ficaram marcas onde o líquido está

evaporando. É fundamental fazer um teste de estanqueidade no sistema, usando uma bomba com manômetro. Na maioria dos veículos, a pressão de trabalho é 1,4 bar. Outro cuidado muito importante é verificar o funcionamento da tampa do reservatório.

Algumas das muitas peças que formam o sistema de arrefecimento costumam ser mais

problemáticas do que outras. Responsável por controlar o fluxo do líquido de arrefecimento

dentro do motor, é uma velha conhecida dos mecânicos. Por ser lendária, a informação de que a válvula termostática pode provocar superaquecimento, alguns donos de carros insistem em removê-la do sistema. Mas isso não é recomendado e seguramente vai gerar outras falhas.

Nos veículos modernos, o eletroventilador costuma ser acionado de duas formas: pelo

interruptor térmico (o famoso “cebolão”) ou pelo módulo da injeção eletrônica, a partir da

informação enviada pelo sensor de temperatura.

O radiador costuma ter problemas bem visíveis: vazamentos, trincas nas partes plásticas,

obstrução interna ou deficiência na troca térmica. Faça uma inspeção cuidadosa em todo o

componente, veja o estado das aletas e teste o fluxo interno com água sob pressão.

Na bomba d’água, fique atento aos sinais de vazamentos, problemas (folga ou barulho) no

rolamento, desgaste por corrosão ou danos ao plástico do rotor e ainda falhas no sistema de acionamento, seja por polia e correia ou par de engrenagens.

É outro ponto do sistema que merece uma inspeção cuidadosa e a troca preventiva ao menor sinal de problema. Se você notar que alguma mangueira perdeu a flexibilidade, está com micro trincas ou tem crostas internas, não deixe passar e substitua.

Falhas no sistema de arrefecimento costumam causar grandes problemas e enormes prejuízos.

E a maioria dos defeitos acontece devido ao mau estado do líquido de arrefecimento. O aditivo melhora a troca térmica, eleva o ponto de ebulição e ajuda a prevenir a oxidação. A troca deve ser feita sempre nos intervalos recomendados pelo manual do veículo.

Faça o diagnóstico do sistema de arrefecimento e use aditivos de boa qualidade. Aqui no Dedé Autopeças temos de A a Z, para o seu veículo.


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